Ponta Grossa se prepara para um evento marcante na próxima sexta-feira, 9 de agosto, com a apresentação da banda Made in Brazil, a mais antiga do Brasil ainda em atividade. O show acontecerá no Mercenários GastroBar, a partir das 21h, e promete uma noite de rock inesquecível.
Com uma carreira que se estende por 57 anos, o Made in Brazil já entrou para o Guinness Book por ter o maior número de formações de uma banda no mundo — mais de 200.
A noite não será apenas sobre a banda principal; a abertura ficará a cargo da banda Gamblers, e o evento será encerrado com uma discotecagem de vinil pelo DJ Jason Sales, de Curitiba.
Ingressos
Os ingressos, com preços a partir de R$ 50, estão à venda no Mercenários GastroBar (PR-151, KM 168, bairro Boa Vista), na Ariel Produções (Rua Violeta, 288, Contorno), na loja Treme Terra no Shopping Palladium (Rua Ermelino de Leão, 703, Olarias) e na Casa das Fechaduras (Avenida Bonifácio Vilela, 113, Centro). Também é possível adquirir entradas online pelo site www.kdmingressos.com.br.
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Na noite de 3 de agosto de 2024, um grave acidente de trânsito ocorreu na Avenida Ernesto Vilela, em Ponta Grossa. O incidente foi registrado pela Polícia Civil do Estado do Paraná após um Boletim de Ocorrência apresentado pela Guarda Civil Municipal local.
O acidente envolveu um veículo VW Jetta, conduzido por um homem de 27 anos, que colidiu violentamente na traseira de um GM Opala. O GM Opala, que estava trafegando dentro dos limites de velocidade permitidos, era ocupado por uma família composta pelo marido, esposa e filha de apenas 1 ano. Após o impacto, o GM Opala foi projetado contra um Mitsubishi Eclipse Cross, que estava estacionado na via.
Quando a Guarda Civil Municipal chegou ao local, encontrou o motorista do VW Jetta tentando fugir a pé, sendo perseguido por populares. A equipe decidiu intervir para conter a situação. A Polícia Militar também esteve presente e ofereceu ao condutor do VW Jetta a realização do teste do etilômetro, o qual foi recusado. Foi constatado que o motorista não possuía Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e havia garrafas de cerveja no interior do veículo.
Testemunhas informaram que o condutor apresentava claros sinais de embriaguez, incluindo hálito etílico, andar cambaleante e fala desconexa.
Os ocupantes do GM Opala foram imediatamente encaminhados para hospitais da cidade. A esposa, de 31 anos, sofreu fraturas na coluna vertebral e nas costelas. A filha, com 1 ano, foi diagnosticada com traumatismo craniano moderado a grave e passou por uma tomografia. O marido, de 32 anos, sofreu lesões leves e encontra-se estável.
O motorista do VW Jetta foi conduzido à delegacia, onde, acompanhado por sua advogada, optou por permanecer em silêncio durante o interrogatório. Dado o contexto — ausência de CNH, sinais de embriaguez, e excesso de velocidade —, o condutor foi autuado em flagrante por tentativa de homicídio qualificado e fuga de local de acidente, sem direito à fiança. Ele foi encaminhado à cadeia pública.
No dia 4 de agosto de 2024, o indivíduo passou por audiência de custódia. A prisão em flagrante foi homologada pelo Poder Judiciário e convertida em prisão preventiva.
As investigações continuam para esclarecer todos os detalhes do acidente e as responsabilidades envolvidas. A Polícia Civil segue empenhada na apuração dos fatos e manterá a população informada sobre os desdobramentos do caso.
A despedida de Rebeca Andrade da Olimpíada de Paris não poderia ser melhor. Nesta segunda-feira (5), a paulista conquistou a medalha de ouro na prova de solo, alcançando seu quarto pódio na capital francesa. Foi a sexta medalha olímpica dela, que se isolou como atleta brasileira mais laureada na história do evento, superando os velejadores Robert Scheidt e Torben Grael, com quem a ginasta estava empatada.
Rebeca obteve 14.166 de nota em sua exibição, superando a favorita Simone Biles. A estadunidense – que, mais cedo, ficou fora do pódio da trave, assim como a brasileira – alcançou 14.133, sofrendo duas penalidades por pisar fora do tablado de competição. Mesmo assim, conseguiu a medalha de prata. O pódio foi completado por Jordan Chiles, também dos Estados Unidos, com 13.766.
A brasileira foi a segunda a se apresentar, ao som de uma combinação das músicas “End of Time”, de Beyonce, e “Movimento da Sanfoninha”, de Anitta. Ela recebeu 8.266 pela execução da série e mais 5.900 da nota de dificuldade das acrobacias. A comissão técnica pediu revisão desta última nota, sem sucesso. A pontuação total (14.166) de Rebeca foi melhor que as do individual geral (14.033) e da classificatória (13.900), mas inferior ao que atingiu na disputa por equipes (14.200).
As atenções, então, voltaram-se para Biles. Ela realizou a série mais complexa da final, com 6.900 de nota de dificuldade. No entanto, em duas acrobacias, pisou com os dois pés fora do tablado, o que diminuiu a nota de execução (7.833) e causou uma penalidade de 0.6. Rebeca ainda teve de aguardar as apresentações da romena Sabrina Maneca-Voinea e de Jordan Chiles para comemorar, emocionada, a vitória no solo.
Este foi o primeiro ouro de Rebeca em Paris. Ela já havia conquistado a prata no individual geral e no salto, além do bronze por equipes. Das finais que disputou, a brasileira não foi ao pódio somente na trave, ficando na quarta posição.
Com o resultado, Rebeca se torna a brasileira com o maior número de medalhas da história das Olimpíadas.
A ginasta Rebeca Andrade ficou em quarto lugar na prova da trave da Olimpíada de Paris, na França. A paulista obteve 13.933 de nota pela exibição, ficando pouco atrás da italiana Manila Esposito, que conquistou o bronze, com 14.000. Apesar de alguns desequilíbrios na apresentação, a brasileira não teve queda do aparelho.
O ouro foi para a também italiana Alice D’Amato, que atingiu 14.366, enquanto a chinesa Zhou Yaqin, com 14.100, levou a prata. A estadunidense Simone Biles, favorita ao ouro, teve uma queda no fim da apresentação, que custou o lugar no pódio. Com 13.100 de nota, ela ficou na quinta posição. A catarinense Júlia Soares, em sua primeira final olímpica, foi a sétima colocada, com 12.333.
A final da trave foi marcada por muitas quedas das competidoras. Somente Rebeca e as três medalhistas não caíram nas apresentações. Ainda assim, Manila e Zhou tiveram dificuldades com alguns movimentos, que custaram pontos nas respectivas séries. A chinesa, por exemplo, teve nota 0.766 mais baixa que a da classificatória, em que foi a ginasta mais bem colocada.
A primeira brasileira a se apresentar foi Júlia. A catarinense iniciou com o “Soares”, manobra que leva seu sobrenome e utilizada por ela para subir na trave com uma meia pirueta. Ela vinha realizando a exibição sem erros, até sofrer uma queda, afetando significativamente a nota da ginasta de 18 anos.
Rebeca, por sua vez, foi a última a competir. Ela teve de aguardar mais tempo que o normal para subir na trave, devido à demora na divulgação da nota de Biles. A brasileira realizou uma apresentação com um grau de dificuldade de execução menor que a do trio que foi ao pódio – o que a obrigava a ser praticamente perfeita.
Considerando somente as notas de execução, Rebeca foi a segunda mais bem avaliada (8.233). No entanto, como sua nota de dificuldade era menor (5.700) que as de Zhou (6.600) e Manila (5.800), a soma das pontuações deixou a paulista de 25 anos fora do pódio pela primeira vez em Paris.
Na madrugada desta segunda-feira, 5 de agosto de 2024, às 01:20, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) foi chamada para atender a um grave acidente de trânsito na BR 277, km 117, sentido Curitiba. O sinistro envolveu um atropelamento que resultou na morte da vítima, uma jovem do sexofeminino, com idade aparente entre 20 e 25 anos.
O veículo responsável pelo atropelamento evadiu-se do local antes da chegada das autoridades e ainda não foi identificado. A vítima, cujo nome ainda não foi revelado, foi encaminhada ao Instituto Médico-Legal (IML) de Curitiba para procedimentos de identificação e exame necroscópico.
Devido à gravidade do acidente, a pista principal da BR 277 foi interditada, e o tráfego foi desviado para a pista marginal. No local do acidente, estiveram presentes equipes da PRF, da concessionária responsável pela rodovia, da polícia científica, da polícia civil e do IML, que colaboraram nas investigações e nos procedimentos de remoção do corpo.
As autoridades seguem em busca de informações e imagens que possam ajudar na identificação do veículo envolvido e na apuração das circunstâncias que levaram ao trágico acidente.
A Polícia Civil de Ponta Grossa prendeu hoje um casal envolvido em um roubo ocorrido no dia 30 de maio de 2024. O crime aconteceu por volta das 3 horas da madrugada na PR 151, onde um caminhoneiro foi abordado por dois homens armados e uma mulher. Sob grave ameaça, a vítima teve seu celular e outrospertencesroubados.
Após o roubo, a Polícia Militar foi acionada e localizou rapidamente os suspeitos, que foram levados à sede da 13ª Subdivisão Policial (13ª SDP). O casal, que estava respondendo ao processo em liberdade, descumpriu as condiçõesimpostas pelo juiz, resultando na expedição de um mandado de prisãopreventiva.
Policiais civis do Setor Operacional da 13ª SDP conseguiram localizar o casal foragido em uma residência no bairro Boa Vista. O homem de 24 anos e a mulher de 32 anos foram presos e confessaram que cometeram o crime para obter dinheiro para a compradedrogas.
Este incidente destaca o impactodevastador do tráfico e consumodedrogas, que continua a afetar profundamente a sociedade e a segurança das famílias. A Polícia Civil reforça a importância da colaboração da comunidade no combate ao tráfico de drogas.
Para denunciar atividades relacionadas ao tráfico de drogas, a população pode utilizar o WhatsApp da 13ª SDP: 3219-2780.
O Grupo de Teatro Científico da Universidade Estadual de Ponta Grossa (GTC UEPG) ganhou oito prêmios do 16º Festival de Teatro de Ibiporã (Festibi), que ocorreu entre 18 e 20 de julho, pela peça Coração em Chagas. A premiação também marca a primeira apresentação do grupo em festival. Em 23 de julho, o vice-reitor da UEPG, professor Ivo Mottin Demiate, recebeu os membros do GTC em reunião no gabinete da Reitoria e parabenizou, em nome da Universidade, a equipe pela conquista.
Coração em Chagas foi indicada em onze das quinze categorias do Festival, e foi premiada por: Melhor atriz; Melhor atriz coadjuvante; Cenografia; Figurino; Maquiagem; Direção; Dramaturgia; e Melhor espetáculo.
“A premiação em diferentes categorias se deve à dedicação do grupo nos diferentes aspectos da produção teatral”, destaca a coordenadora do GTC e vencedora do prêmio de melhor atriz, professora Leila Inês Freire Follman.
Demiate ressalta a importância de investir em cultura com forma de promover a ciência desenvolvida na Universidade.