Campanha de vacinação contra a poliomielite começa na segunda-feira em todo o Paraná | Foto: Venilton Küchler/Arquivo AEN
Campanha de vacinação contra a poliomielite começa na segunda-feira em todo o Paraná | Foto: Venilton Küchler/Arquivo AEN
A Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite do Ministério da Saúde acontece entre 27 de maio e 14 de junho, com imunização em todo o Paraná – 8 de junho será o Dia D de mobilização estadual. Pais e responsáveis devem reforçar a proteção das crianças menores de cinco anos contra a doença. As doses estarão disponíveis a partir de segunda-feira (27) nas mais de 1.850 salas de vacinação em todos os 399 municípios.
Os municípios terão autonomia para definir a estratégiamaisadequada para a mobilização da imunização, de acordo com a realidade local.
No Paraná, a expectativa é que 717.915 crianças menores de cinco anos recebam a dose. Aquelas menores de um ano (139.732) deverão ser vacinadas conforme a situação vacinal atual para o esquema primário (três doses da vacina inativada poliomielite — VIP). As crianças de um a quatro anos (578.183) devem ser vacinadas indiscriminadamente com a vacina oral poliomielite (VOP), desde que já tenham recebido o esquema primário de três doses com VIP.
As vacinas VIP e VOP são diferentes entre si. Embora as duas imunizem contra a poliomielite, a VIP é injetável, com três cepas, poliovírus 1,2 3, feita apenas com partículas do vírus, enquanto a VOP, que é a de gotinhas, é feita com o vírus enfraquecido, com duas cepas, polivírus 1 e 3. Esta será a última campanha de vacinação contra a poliomielite com a vacina oral.
A Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite tem como objetivos conter o risco de reintrodução do poliovírus, alcançar alta e homogênea cobertura vacinal e manter o País livre da doença, uma vez que recebeu a classificação de alto risco para a reintrodução do poliovírus selvagem pela Comissão Regional para a Certificação da Erradicação da Poliomielite na Região das Américas (RCC), em 2023.
Para essa classificação foram considerados o desempenho das coberturas vacinais, dos indicadores de vigilância epidemiológica das Paralisias Flácidas Agudas (PFA), entre outros.
META – A cobertura vacinal da poliomielite ainda não alcançou a meta preconizada em todo o País (≥ 95%). O Programa Nacional de Imunizações (PNI) está trabalhando para melhorar os indicadores.
Nos últimos anos a cobertura vacinal da poliomielite (VIP) no Paraná em crianças menores de um ano de idade foi de 80,75% (2021), 84,12% (2022) e 89,96% (2023). No ranking nacional o Estado figura entre os cinco primeiros. Entre eles estão Ceará (93%), Piauí (92%), Santa Catarina (90%) e Rondônia, Paraná e Alagoas, com 89%.
PÓLIO – A poliomielite é uma doença grave caracterizada por um quadro de paralisia flácida causada pelo poliovírus selvagem (PVS) tipo 1, 2 ou 3, que em geral acomete os membros inferiores, de forma assimétrica e irreversível. A vacina contra a Poliomielite é composta por três doses aos 2, 4 e 6 meses de vida, conforme o Calendário Nacional de Vacinação, além das doses de reforço aos 15 meses e 4 anos de idade.
Foto: Flow Fest/Divulgação (Crédito para Edison Luiz)
Foto: Flow Fest/Divulgação (Crédito para Edison Luiz)
Com um público embalado pelo ritmo da música durante toda a noite, o Flow Fest aconteceu neste último sábado, 18, no Salão Majestoso do Clube Ponta Lagoa. Todos os setores estavam cheios de fãs de Frejat e sua banda, que trouxe ao palco seu exímio repertório com “Puro êxtase”, “Bete balanço” e “Por você”.
A organização do evento trouxe a proposta de ser mais que um show, e a missão foi cumprida com o sucesso das ativações das marcaspresentes em stands de spa, bar e tótens interativos organizados e produzidos pela Resort Jurema, Veuve Cliquot, PG Veículos, Glemorangie, Adquira e Clube Ponta Lagoa, além do apoio de Clínica Corpo e Arte, Heineken, RBD arquitetura, Le Sens, MM Design, Euromax, Attuale e A Fábrica.
Logo na entrada do Flow Fest, o público era recepcionado com drinks de champagne e colágeno nas ativações da Clínica Corpo e Arte e Veuve Clicquot. Já, dentro do espaço do show, os setores Rock, Wave, Groove e Mezanino lotaram com um público entusiasmado pela experiência Flow.
O show de Frejat e banda, um espetáculo por si só, iniciou próximo a meia noite e teve uma duração de 1h30. Se ainda restavam dúvidas sobre o ritmo explorado pelos artistas principais da noite, a certeza foi de que o som do rock foi reverberado por todos os cantos do Salão do Clube Ponta Lagoa.
Os sets de abertura, feitos por Duda Vaz e Leo Vaz e a DJ Aulora, conquistaram o público a entrar na sinergia preparada para uma festa que durou a noite toda em altoastral. A organização preparada por reais entusiastas do rock e pop nacional, juntamente da parceria com marcasexclusivas, resultou em um evento brilhante e inovador, propagando a sua mensagem da euforia em compartilhar momentos ao lado de pessoas que se conectam por meio da música.
No último boletim divulgado pela SESA (Secretaria de Estado da Saúde) nesta terça (14), Ponta Grossa registrou 528 casos confirmados de dengue em uma semana. Em geral, o município já somou 5.291 casos confirmados da doença que tem afetado diariamente diversas vidas de ponta-grossenses.
A cidade também registrou 10 mortes confirmadas em decorrência da doença, sendo a última confirmada pela Prefeitura Municipal de Ponta Grossa nessa segunda (20). De acordo com a nota divulgada à imprensa, uma paciente do sexo feminino, na faixa etária de 50 a 59 anos, acabou falecendo no último mês, em Abril, mas só teve a morte divulgada nesta semana.
Boletim da dengue registra 34.360 novos casos e 47 óbitos no Paraná
Boletim registra 41.472 novos casos de dengue e mais 31 óbitos no Paraná | Foto: SESA
De acordo com o documento divulgado nesta terça-feira pela Secretaria de Estado da Saúde, o atual período epidemiológico, que teve início em julho de 2023, soma agora 324 mortes, 393.791 casos confirmados e 719.545 notificações.
O boletim semanal da dengue publicado nesta terça-feira (21) pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) confirma 34.360 novos casos da doença e 47 mortes no Paraná. De acordo com o documento, o atual período epidemiológico, que teve início em julho de 2023, soma agora 324 mortes, 393.791 casos confirmados e 719.545 notificações.
Os óbitos registrados no informe desta semana ocorreram entre 26 de janeiro e 17 de maio. São 23 homens e 24 mulheres com idades entre 22 anos e 98 anos, residentes em 19 municípios: Arapoti (1), Ponta Grossa (3), Capanema (1), Dois Vizinhos (1), Francisco Beltrão (3), Marmeleiro (2), Pranchita (2), Santo Antônio do Sudoeste (2), Cascavel (8), Santa Tereza do Oeste (1), Iretama (3), Moreira Sales (1), Arapongas (4), Londrina (6), Assis Chateaubriand (1), Marechal Cândido Rondon (1), São Pedro do Iguaçu (1), Toledo (5) e Tupãssi (1). Desse total, 31 pessoas apresentavam comorbidades.
A Regional com mais casos confirmados até o momento é a 8ª RS de Francisco Beltrão, com 52.726 diagnósticos. Na sequência estão a 10ª RS de Cascavel (49.254), 17ª RS de Londrina (41.208), 16ª RS de Apucarana (35.145), 15ª RS de Maringá (31.473) e 11ª RS de Campo Mourão (28.043).
As cidades com mais casos são Londrina (27.322), Cascavel (24.411), Maringá (18.605), Apucarana (17.808) e Francisco Beltrão (15.223). Há 398 municípios com confirmações de dengue – apenas Agudos do Sul, na Região Metropolitana de Curitiba, não tem diagnósticos confirmados.
Em relação aos óbitos do período epidemiológico 2023/2024, as Regionais com mais mortes são a 17ª de Londrina (60), 10ª de Cascavel (53), 20ª de Toledo (41), 8ª de Francisco Beltrão (41) e 16ª de Apucarana (30). Já os municípios que registram maior número são Cascavel (37), Londrina (35), Toledo (25), Apucarana (16), Cornélio Procópio (11) e Rolândia (11).
ZIKA E CHIKUNGUNYA – Informações sobre chikungunya e zika, transmitidas também pelo mosquito Aedes aegypti, são apresentadas no mesmo documento. Houve o registro de sete novos casos de chikungunya, somando 134 confirmações e 1.614 notificações da doença no Estado. Desde o início deste período não houve confirmação de casos de zika vírus, com 123 notificações registradas.
VACINAÇÃO – De acordo com um último levantamento da Sesa, realizado nesta terça, do total de 93.590 doses da vacina contra a dengue distribuídas, 36.552 já foram aplicadas nas Regionais de Saúde de Foz do Iguaçu, Londrina e Apucarana. O Paraná soma 148 municípios contemplados com o imunizante.
Confira o informe semanal AQUI. Mais informações sobre a dengue estão neste LINK.
Com informações da Agência Estadual de Notícias (AEN)
Com mais de 11 mil participantes, Jogos da Juventude do Paraná 2024 começam nesta sexta | Foto: SEES-PR
Com mais de 11 mil participantes, Jogos da Juventude do Paraná 2024 começam nesta sexta | Foto: SEES-PR
A primeira etapa dos Jogos da Juventude do Paraná 2024 (Jojups) começa nesta sexta-feira e segue até domingo (24 a 26), com quatromodalidades coletivas: basquete, vôlei, handebol e futsal. Os jogos são uma iniciativa do Governo do Estado, realizados pela Secretaria do Esporte, com apoio das prefeituras dos 12 municípios-sede que vão receber essa etapa da competição.
O ano de 2024 marca a 36ª edição da competição, disputada por jovens de 14 a 17 anos que estejam estudando em escolas do Paraná. Serão mais de 11,6 mil participantes, de 287 municípios (número recorde) do Estado, totalizando 735 equipes.
A segunda etapa será entre 6 e 9 de junho, concluindo as disputas iniciadas nos mesmos municípios. A fase macrorregional terá como sedes Prudentópolis, Cornélio Procópio, Goioerê e MarechalCândidoRondon e será realizada de 15 a 18 de agosto. As finais serão entre os dias 17 e 20 de outubro, em CampoMourão, no Centro-Oeste.
Agnaldo Luiz Baldo, supervisor estadual dos Jojups, ressalta o aumento no número de municípios e de equipes participantes.
“Atingimos 71,9% dos municípios do Estado, superando a meta estabelecida pelo Governo do Estado. Esperamos que seja um grande evento, pois é uma ótima faixa etária para se praticar esporte, ainda na escola, em treinamentos. É um evento muito importante na formação desses atletas”, disse.
Um homem de 33 anos, morador da região central do município de Venâncio Aires (RS), morreu após contrairleptospirose. Esta é a segunda morte confirmada para a doença ao longo dos últimos dias no estado do Rio Grande do Sul, fortemente atingido por temporais e enchentes desde o fim de abril.
O óbito foi confirmado em nota pela prefeitura de Venâncio Aires. De acordo com o comunicado, familiares do homem disseram que ele teve contato com águas das enchentes, mas adotando cuidados necessários, como o uso de botas.
O município confirmou pelo menos outros dois casos de leptospirose, sendo que ambos os pacientes já se recuperaram.
“O Centro de Atendimento de Doenças Infecciosas (Cadi) da capital do chimarrão aguarda o resultado de 23 investigações laboratoriais apenas neste mês”, destacou a prefeitura.
A outra morte pela doença foi registrada no município de Travesseiro, no Vale do Taquari, uma das regiões maisafetadas pelas enchentes no Rio Grande do Sul. Um homem de 67 anos morreu na última sexta-feira (17) após contrair a infecção, mas o óbito só foi confirmado pela secretaria municipal de saúde no domingo(19).
Cuidados
A vigilância sanitária de Venâncio Aires pede que a população procure um serviço de saúde logo que os primeiros sintomas de leptospirose surjam, incluindo febre, dor de cabeça, fraqueza, dores no corpo (em especial, na panturrilha) e calafrios.
Os sintomas aparecem normalmente de cinco a 14 dias após a contaminação, podendo chegar a 30 dias. O tratamento é iniciado já na suspeita da doença, quando o paciente apresenta um conjunto de sinais e sintomas compatíveis e relata situação de risco ao longo dos últimos 30 dias.
Preocupação
A leptospirose é uma das doenças que mais preocupam as autoridades sanitárias no Rio Grande do Sul, já que há granderisco de casos em razão do contato com a água das cheias. A infecção é causada pela bactéria leptospira, presente na urina de roedores e comumente adquirida pelo contato com água ou solocontaminados.
Na manhã desta quarta (22), a Polícia Civil de Ponta Grossa através do Setor Operacional da 13ª S.D.P., realizou o flagrante de um suspeito envolvido em furtos de fios de cobre, na região do Bairro Chapada, em Ponta Grossa após apurar informações acerca do caso.
O suspeito, curitibano, de 34 anos, foi surpreendido pela Polícia com mais de 200 kg de fios que havia furtado durante a madrugada. A fiação já se encontrava dentro do carro do investigado, embalada em sacos plásticos e pronta para ser transportada para a região metropolitana de Curitiba, segundo o suspeito.
Além da fiação roubada foram apreendidos diversos equipamentos usados no furto das fiações, como cintos de segurança, capacete, escadas, alicates de corte e entre outros. Para não levantar a suspeita de moradores da região, o indivíduo usava um uniforme completo de uma empresa provedora de internet e telefonia, agindo calmamente durante a noite toda.
Segundo o Delegado Guilherme Fontana, que cuida do caso, esse tipo de ação gera um prejuízoimensurável para a sociedade, não apenas pelo valor da fiação furtada mas por causar, também, a interrupção do fornecimento de energia, internet e telefonia, que são serviços essenciais para os cidadãos, empresas, hospitais, órgãospúblicos e outros que foram atingidos pelo crime.
O homem preso em flagrante foi atuado pelo crime de furtoqualificado, cuja pena pode chegar a 8 anos de reclusão. É a terceira vez que o suspeito está sendo preso em flagrante pelo mesmo crime. Ele já foi condenado e responde a outros processos pelo crime de furto de fios, o que pode agravar a pena cominada caso condenado.
No fim da noite desta terça-feira (21), a Guarda Civil Municipal (GCM) encontrou um cadáver do sexo feminino em estado de decomposição enterrado na região do Bairro Chapada, na Rua Bonsucesso.
Segundo as informações, guardas teriam sido abordados por um cidadão próximo ao CMEI Padre Ezequiel Belchior, no qual o indivíduo informou que avistou um cachorro revirando a terra próximo a uma torre de alta tensão e de que havia um forte odor no local.
Ao verificar a situação e puxar um fio, acabaram encontrando um pé, humano, aparentemente de uma mulher. Após isso, o local foi isolado e a Polícia Civil, juntamente do Corpo de Bombeiros, IML e da Polícia Científica foram acionados para desenterrar o cadáver, que foi encontrado enrolado em um cobertor e em estágio de decomposição.
Dado as circunstâncias do estado de decomposição do corpo encontrado, não foi possível realizar a identificação até o atual momento. A Polícia Civil investiga o crime.
Durante toda a semana, os profissionais da Prefeitura de Ponta Grossa avançam nos mutirões de combate à dengue nos bairrosNeves e Uvaranas. As ações, coordenadas e executadas por agentes da Fundação Municipal de Saúde (FMS), contam com o apoio de profissionais da Secretaria de Meio Ambiente, do Departamento de Urbanismo, além de oficiais do 2º Grupamento de Bombeiros. Nesta terça-feira (21), foi a vez das cerca de 80 pessoas que participam diariamente dos mutirões visitaremimóveis nas regiões do 31 de Março, Vila Mariana e Jardim Florença.
A prefeita Elizabeth Schmidt destaca que o Município trabalha em diversasfrentes para combater a ação do mosquito aedes aegypti.
“Além dos mutirões visitando as residências em diversas regiões da cidade, temos o atendimento 24 horas nas Unidades Sentinelas e também um amplo trabalho de conscientização nas escolas. A prevenção é a melhor arma para superarmos este momento atípico”, ressalta a prefeita.
Ainda nesta semana, as equipes da Prefeitura passarão pelas regiões do Jardim Conceição, Vilas Francelina e Ana Rita, além das proximidades do Jockey Clube.
“É um trabalho conjunto e que a população precisa estar consciente da importância de cada um fazer sua parte, cuidar do seu imóvel e se possível ajudar os vizinhos. Não podemos dar chance ao mosquito, mesmo quando a temperatura fica mais amena”, reforça a presidente da Fundação Municipal de Saúde (FMS), Priscila Degraf.
Números
Em quase um mês de atividades, os mutirões da dengue em Ponta Grossa já visitaram mais de 20 mil imóveis em diversas regiões da cidade, além de terem destruído cerca de 4 mil focos e criadouros do aedes aegypti. Além disso, mais de 250 locais que foram alvo de denúncias da população pelos números de Whatsapp disponibilizados pela Prefeitura foram vistoriados; a comunidade pode fazer a denúncia de terrenos ou imóveis que possuam focos da dengue pelos telefones (42) 920016896, (42) 920016897, (42) 920019668 e (42) 920016670.