Uma menina de quatro anos foi vítima de violência sexual em Rio Azul, nos Campos Gerais, na noite de domingo (12). A criança passou por uma cirurgia de reconstrução perineal e colostomia, permanecendo internada em um hospital de Ponta Grossa. O suspeito foi preso em flagrante.
Como a violência foi descoberta
A Polícia Militar foi acionada na madrugada de segunda-feira (13), por volta das 00h10, após ser informada sobre uma briga generalizada em um bar. Ao chegar ao local, os agentes encontraram a mãe com a filha nos braços, relatando que a menina havia sido vítima de violência sexual.
O que testemunhas relataram
Testemunhas informaram que a mãe havia deixado a criança do lado de fora do bar, após o fechamento do estabelecimento. Durante esse período, ela teria entrado no carro de um homem, mas ao perceber um casal brincando com a filha, saiu do veículo e confrontou os dois, que deixaram o local.
A localização da criança
Algum tempo depois, uma pessoa ouviu o choro da menina vindo de um terreno baldio e avisou a mãe. A criança foi encontrada ferida no meio da vegetação.
Prisão do suspeito
Populares iniciaram uma busca pelo suspeito e o encontraram saindo do matagal. Ele foi conduzido até o bar, onde se trancou no banheiro. Quando os policiais chegaram, o homem foi encontrado lavando roupas com marcas que pareciam ser de sangue.
O suspeito foi preso em flagrante e levado às autoridades para as devidas providências.
A Câmara Municipal de Ponta Grossa (CMPG) irá realizar nesta quarta-feira (15) uma sessão extraordináriaconvocada pelo presidente do Legislativo, Julio Kuller (MDB). Agendado para ter início às 14h, o encontro terá em pauta seis projetos de lei, todos eles enviados pela Prefeitura Municipal. As iniciativas tratam do rearranjo da estrutura da Prefeitura e também de mudanças na lei do transporte coletivo.
Ao todo, serão avaliados seis projetos de lei de autoria do Poder Executivo na sessão, eles são os PLs 1, 2, 3, 4, 5 de 2025 e o projeto de lei 419/2024. O presidente Julio Kuller ressalta que a apreciação das medidas é fundamental para o bom funcionamento da Prefeitura e dos serviços públicos municipais.
“Por isso, convocamos os novos vereadores e vereadoras para avaliarem esses projetos antes do início das sessões regulares”, explica.
A pauta da sessão é composta por cinco projetos protocolados já neste ano de 2025 e que tratam da remuneração dos conselheiros tutelares (PL 1/2025), da instituição do programa Esporte Total (2/2025), mudanças na organização das secretarias (3/2025), alterações na estrutura administrativa (4/2025) e abertura de um crédito adicional no orçamento de R$ 08 milhões.
“Estes projetos precisam ser votados imediatamente para a boa prestação dos serviços públicos municipais, seja através de mudanças na estrutura da Prefeitura ou na criação de novos programas e ações que já são esperadas pela população”, explica Kuller. Por sua vez, PL 419/2024 prevê a suspensão da lei municipal 7.018/2002 que trata do transporte coletivo – tal legislação tem “atrapalhado” o andamento da próxima licitação do transporte, na argumentação do Poder Executivo.
Serviço
A sessão extraordinária acontece na quarta-feira (15) a partir das 14h no plenário da Câmara Municipal. O encontro será transmitido pelo site do Legislativo e também pela página da Câmara no Facebook. As sessões ordinárias da Casa de Leis serão retomadas a partir da segunda semana de fevereiro.
A gigante da tecnologia Meta – que controla as redes Facebook, Instagram e Whatsapp – respondeu na noite dessa segunda-feira (13) a questionamentos da Advocacia-Geral da União (AGU) sobre as mudanças nas políticas de moderação da companhia, entre elas, o fim do programa de checagem de fatos, que indicava quando informações falsas circulavam nas redes.
Em nota, a AGU informou que convocou uma reunião técnica para esta terça-feira (14) sob a coordenação da Procuradoria Nacional de Defesa da Democracia, vinculada à AGU, para discutir as ações e medidas em relação às alterações anunciadas pela big tech estadunidense.
“Somente após essa análise, a AGU, em conjunto com os demais órgãos, se pronunciará sobre os próximos passos em relação ao assunto e tornará público o teor da manifestação”, informou a AGU.
Devem participar da reunião representantes dos ministérios dos Direitos Humanos e Cidadania, da Justiça e Segurança Pública e da Secretaria de Comunicação Social da Presidência (Secom).
Na semana passada, a Meta anunciou série de mudanças e o alinhamento da política da empresa à agenda de governo do presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, que defende a desregulamentação do ambiente digital e é contrário à política de checagem de fatos. Em seguida, a Meta liberou a possibilidade de ofensas preconceituosas nas plataformas.
Desde 2016, a Meta oferecia no Facebook e no Instagram um serviço de checagem de fatos, realizado por jornalistas e especialistas em cerca de 115 países, que apurava se informações que circulavam nas redes eram verdadeiras ou falsas e oferecia a contextualização aos usuários.
Com o fim da checagem de fatos, a Meta passou a adotar a política de “notas da comunidade”. Com isso, apenas usuários previamente cadastrados é que podem contestar alguma informação que circula nas plataformas.
Especialistas em direito e ambiente digitais alertam que a mudança favorece a livre circulação de fake news – que são notícias fraudulentas – e também incentiva o discurso de ódio contra grupos minoritários como mulheres, imigrantes e homossexuais.
Documento da Coalizão Direitos na Rede – que reúne mais de 50 entidades ligadas ao tema – afirma que a Meta ataca os esforços democráticos de nações em proteger as populações contra os danos provocados pelas big techs. “Com isso, prioriza, mais uma vez, os interesses estadunidenses e os lucros de sua corporação em detrimento da construção de ambientes digitais que prezam pela segurança de seus consumidores”, diz o documento.
O ministro da AGU, Jorge Messias, tem defendido ações do governo brasileiro que garantam o cumprimento da legislação do país frente às mudanças na Meta. “As pessoas acabam não conseguindo distinguir o que é verdade do que é mentira. Isso acaba impactando no país, na nação, nas pessoas e na economia. Estamos falando de soberania nacional”, enfatizou.
O reforço na fiscalização do Pix não afetará a renda dos trabalhadores autônomos, esclareceu a Receita Federal. Nas redes sociais, o órgão esclareceu dúvidas sobre o impacto das novas regras de monitoramento em situações como compra de material por trabalhadores que fazem bicos e uso de cartão de crédito compartilhado com a família.
No caso dos trabalhadores autônomos, o Fisco esclarece que sabe que a movimentação financeira é sempre maior que o lucro final, maior que a renda efetiva do profissional. O reforço na fiscalização, reiterou o órgão, não afetará o profissional que usa o Pix para comprar materiais e insumos, porque a Receita já monitora a diferença entre os custos e o faturamento desde 2003.
“Quem faz bicos e tem custos de produção não precisa se preocupar. Mesmo que movimentem mais de R$ 5 mil, a Receita já tem o hábito de monitorar essa diferença, como no caso de quem vende produtos ou serviços e usa o Pix para o pagamento”, explicou o Fisco.
Pedreiros
A mesma situação, ressaltou a Receita, ocorre com pedreiros e eletricistas, por exemplo, que recebem pagamento via Pix e que também usam essa ferramenta para comprar material. Isso porque o Fisco já cruza esse tipo de movimentação com as notas fiscais de lojas de materiais.
“Pedreiro e o Pix para material [de construção] também não geram problemas. A Receita já sabe que esse tipo de movimentação é comum e cruza dados com outras fontes, como notas fiscais”, esclareceu o Fisco.
A Receita deu o exemplo de um pedreiro que cobra R$ 1 mil pela mão de obra de um serviço, mas a pessoa que o contrata repassa R$ 4 mil para ele comprar material, como piso. Nesse caso hipotético, mesmo que as transações sejam feitas via Pix, o Fisco já tinha a informação de que os R$ 4 mil repassados foram para a loja de materiais e não ficaram como rendimento para o profissional. Isso porque o dinheiro é movimentado por instituições financeiras.
Além disso, após cruzar as movimentações com as notas fiscais eletrônicas das lojas de material de construção, a Receita sabe dos R$ 4 mil em compras realizadas. Nesse caso, a renda a ser considerada será apenas os R$ 1 mil que o pedreiro recebeu pelo serviço de fato.
“Ninguém cai na malha fina por isso! A Receita sabe que a movimentação financeira é sempre maior que o rendimento, o ‘lucro’ tributável. Ignorar isso seria um erro primário que a Receita não comete”, esclareceu.
Cartões de crédito compartilhados
No caso de uma pessoa que compartilha o cartão de crédito com o restante da família e a fatura é maior que o salário, o Fisco esclarece que o contribuinte não cairá na malha fina. Isso porque esse tipo de fiscalização é feito há mais de duas décadas.
“Nada mudou! A Receita tem os dados do cartão de crédito desde 2003, há mais de 20 anos. Se você nunca passou por problemas, não passará agora”, enfatizou a Receita Federal.
Microempreendedores
A Receita reiterou que oferece diversas soluções para o profissional autônomo, como a abertura de um registro de microempreendedor individual (MEI), que permite a contribuição para a Previdência Social e o recolhimento dos tributos estaduais e municipais, conforme o caso. Essa solução existe desde 2008.
Combate ao crime
O Fisco destacou que as novas regras, que obrigam bancos digitais e carteiras de pagamento a informar as movimentações à Receita, buscam combater movimentação por fraudadores e criminosos e a lavagem de dinheiro, sem punir o trabalhador.
“O que a Receita quer é combater os golpes de Pix, quem usa essas ferramentas para enganar a população”
De acordo com a Receita, a fiscalização acompanha o avanço tecnológico das movimentações financeiras e simplifica a vida do contribuinte, em vez de complicá-la.
“A Receita Federal está cada vez mais automatizando o processo de coleta de informações, como os dados do Pix, para evitar que os cidadãos tenham que se preocupar com a fiscalização. A ideia é simplificar, não complicar a vida de ninguém!”, concluiu o Fisco.
Na próxima terça-feira, 14 de janeiro, às 20h, os atletas João Paulo Vinícius Zem e Juliana Gorte Dolinski participarão de uma entrevista especial no podcast Pontagrossauros, transmitido ao vivo pelo YouTube e Facebook.
João Paulo Vinícius Zem
Vinícius Zem é um atleta de fisiculturismo com conquistas expressivas em competições nacionais e internacionais. Entre seus títulos mais importantes, destacam-se o Campeão Overall no MuscleContest Maringá 2023, no Central Califórnia Championship 2024 e no Legion Sports Fest 2024. Recentemente, também participou do Mr. Olympia Amateur em Las Vegas, considerado um dos maiores campeonatos do fisiculturismo mundial., conquistando um impressionante Top 4 na categoria Men’s Physique Open.
Ele também é educador físico, pós-graduado em Fisiologia do Exercício e especialista em Bodybuilding Coach, sendo referência em preparação física e performance esportiva.
Juliana Gorte Dolinski
Juliana Gorte Dolinski, atleta da categoria Wellness Novice, tem se destacado em competições, incluindo o título de Wellness Open D – Top 1 e Overall no Legion Sports Fest 2024, e o Top 2 no Mr. Olympia Amateur Las Vegas 2024. Além de sua carreira esportiva, Juliana é nutricionista, pós-graduada em Nutrição e Fisiologia Aplicados ao Exercício e em Nutrição Comportamental.
Conheça o podcast que mais se destaca nos Campos Gerais
O Pontagrossauros é o podcast oficial do grupo Em PG é Assim, apresentado pelos publicitários Richard Eidam e Alex Willian. O programa tem se destacado como uma plataforma de relevância em Ponta Grossa, abordando temas diversos como esportes, cultura e empreendedorismo, além de dar voz a figuras locais e histórias inspiradoras. Entre os nomes que já passaram pelo programa estão o humorista Cícero Viana, empresários de destaque e políticos como Aliel Machado e Elizabeth Schmidt. As transmissões acontecem simultaneamente no YouTube e no Facebook.
Não perca a transmissão ao vivo na próxima terça-feira, 14 de janeiro, às 20h, pelo YouTube e Facebook.
A jovem atleta Amanda Mehret, de 18 anos, será a representante de Ponta Grossa no Grand Slam de Taekwondo, uma das competições mais importantes da modalidade no Brasil, que serve como seletiva para a formação da Seleção Brasileira. O evento acontecerá no dia 21 de fevereiro, no Rio de Janeiro.
Amanda já conquistou diversos títulos em sua carreira, sendo destaque em competições estaduais e nacionais. Na modalidade poomsae, alcançou o 1° lugar na Copa Regional Leste e Sul Paranaense, no Campeonato Paranaense, na Copa Regional Sul do Brasil e na Copa Paraná. Na modalidade kyorugi, conquistou o 1° lugar no Paraná Combate, além de outros resultados expressivos, como:
2° lugar (poomsae) no Paraná Combate;
2° lugar (kyorugi) na Copa Regional Leste e Sul Paranaense;
3° lugar (kyorugi) no Campeonato Paranaense;
8ª colocação (poomsae) no Campeonato Brasileiro;
6ª colocação na Copa do Brasil.
Com um histórico de vitórias, Amanda ocupa atualmente o 3° lugar no ranking nacional e já recebeu importantes prêmios, como o Mérito Desportivo Pontagrossense e o título de Melhores do Ano da Federação Paranaense de Taekwondo.
Agora, Amanda busca patrocinadores que possam acompanhá-la neste sonho e ajudá-la a cobrir os custos para participar do Grand Slam. Apoiar Amanda é investir em uma jovem atleta que já trouxe orgulho para Ponta Grossa e tem potencial para representar o Brasil no cenário internacional.