
O mercado imobiliário oferece diferentes caminhos para quem deseja investir com segurança e visão de longo prazo. Entre eles, os leilões de imóveis vêm ganhando cada vez mais espaço por possibilitarem aquisições com valores abaixo do mercado — desde que o processo seja conduzido com conhecimento técnico e assessoria especializada.
Quem explica é Giovani Pivatto, corretor de imóveis com sete anos de atuação no setor, formação pelo IBREP e uma trajetória marcada por especializações pouco comuns no mercado tradicional.
Ao longo da carreira, Giovani buscou capacitação em vendas, inteligência emocional, mercado de luxo, preferência cerebral, marca pessoal e marketing de influência, com treinamentos realizados em cidades como Balneário Camboriú e São Paulo, além de formações pelo Centro Europeu.
Segundo ele, todo esse investimento em qualificação tem um propósito claro: oferecer uma experiência personalizada ao cliente, alinhada aos seus objetivos financeiros e ao seu perfil de investidor.
Atuação ampla no mercado imobiliário
Giovani atua em diferentes frentes do mercado imobiliário. No segmento residencial, atende clientes que buscam terrenos para construção, apartamentos, casas de rua ou em condomínios fechados. Já no setor corporativo, presta assessoria a empresários interessados em pontos comerciais, terrenos para empreendimentos, condomínios residenciais, industriais ou loteamentos.
Além disso, há um campo que vem despertando grande interesse: o das oportunidades imobiliárias, onde se enquadram imóveis na planta, aquisições estratégicas para revenda e, especialmente, os leilões de imóveis.
Estratégias de investimento e níveis de risco
No mercado imobiliário, existem diferentes estratégias de investimento, cada uma com seu nível de risco e retorno. A locação tradicional, por exemplo, é considerada de risco baixo a moderado e oferece renda previsível, sendo bastante utilizada como planejamento de aposentadoria imobiliária.
Outra estratégia é o house flipping, que envolve a compra de imóveis desvalorizados, reforma e posterior revenda. Nesse caso, o risco é maior, mas o potencial de ganho também aumenta.
Há ainda o ganho de capital, baseado no princípio fundamental do setor: comprar bem. Afinal, a venda é regulada pelo valor de mercado, mas o lucro nasce no momento da compra.
Imóveis na planta também entram nesse cenário, com potencial de valorização significativo ao longo dos anos, desde que haja uma boa escolha da construtora e da localização do projeto.
Onde entram os leilões de imóveis
Os leilões de imóveis se enquadram como uma estratégia de risco moderado, principalmente porque envolvem questões jurídicas, prazos e regras específicas. No entanto, o grande atrativo está no chamado deságio, que pode variar entre 30% e 50% abaixo do valor de avaliação do imóvel — algo praticamente inexistente em negociações tradicionais.
Leilão é um processo público de venda, regulamentado por edital, que ocorre quando um bem é utilizado como garantia de uma dívida que não foi quitada. A venda do imóvel serve para liquidar esse débito.
Entre os principais benefícios estão o preço competitivo, a segurança jurídica, já que todas as regras estão descritas em edital público, e o alto potencial de retorno sobre o investimento.
Tipos de leilões e formas de pagamento
Existem dois tipos principais de leilões imobiliários: judiciais e extrajudiciais.
Os leilões judiciais costumam ter descontos mais agressivos, pois decorrem de processos como falência, execuções fiscais ou ações trabalhistas, embora ofereçam menos flexibilidade nas formas de pagamento.
Já os leilões extrajudiciais, geralmente promovidos por instituições financeiras, acontecem quando um imóvel é retomado pelo banco por inadimplência. Apesar de mais disputados, eles podem oferecer condições facilitadas, incluindo parcelamento e, em alguns casos, financiamento de até 95% do valor do imóvel.
O papel da assessoria especializada
Para Giovani Pivatto, o sucesso em leilões imobiliários depende de um verdadeiro tripé da arrematação. Seu trabalho começa com o entendimento do objetivo do cliente — seja revenda, locação ou formação de patrimônio. Em seguida, ele realiza a prospecção de oportunidades, o estudo detalhado do edital e a análise da segurança jurídica do negócio.
O serviço inclui ainda o acompanhamento do leilão, regularização da matrícula em nome do comprador e entrega do imóvel desocupado, oferecendo praticidade e tranquilidade ao investidor.
Caso real de rentabilidade
Um exemplo recente citado por Giovani foi um empreendimento com 17 unidades leiloadas, cujos valores de mercado giravam entre R$ 80 mil e R$ 100 mil. As unidades foram arrematadas, em média, por R$ 50 mil, com potencial de locação mensal entre R$ 900 e R$ 1.000.
Na prática, isso representa uma rentabilidade próxima de 2% ao mês, índice difícil de alcançar com segurança em outros tipos de investimento.
Uma ferramenta para gerar riqueza
Para quem busca alternativas sólidas de investimento, os leilões de imóveis se mostram uma ferramenta real de geração de riqueza, desde que conduzidos com planejamento e assessoria adequada. Longe de serem complexos ou inacessíveis, eles podem se tornar uma excelente estratégia para quem deseja comprar bem e construir patrimônio.
Como resume o próprio especialista:
“Leilão de imóveis não é tão difícil quanto parece quando se tem uma boa assessoria.”
Assessoria de Imprensa