O jornalista esportivo Paulo Soares, conhecido como ‘Amigão’, da ESPN, morreu em São Paulo nesta segunda-feira (29), aos 63 anos. Ele teve falência de múltiplos órgãos.
Soares estava internado havia cerca de cinco meses no Hospital Sírio-Libanês, no Centro da capital, tratando de complicações decorrentes de problemas na coluna.
Nos últimos anos, o apresentador passou por várias cirurgias na coluna vertebral devido a problemas de dor e mobilidade, cujo objetivo era descomprimir os nervos e melhorar a circulação.
Ele fez história na televisão brasileira ao apresentar as notícias esportivas ao lado do jornalista Antero Greco, que faleceu em maio do ano passado, aos 69 anos, em razão de um tumor no cérebro.
O velório de Paulo Soares está marcado para a tarde desta segunda-feira (29), no Funeral Home, na Bela Vista, Centro de São Paulo.
Paulo Soares não tinha filhos e deixa a companheira Marlene.
Carreira
Com mais de duas décadas de televisão, a dupla Amigão e Antero Greco apresentava o programa SportsCenter desde 2000, durante a cobertura das Olimpíadas de Sydney. O programa está no ar até hoje.
O apelido de Amigão da Galera surgiu em 1990, por meio de seu colega e repórter Osvaldo Pascoal, na Rádio Record.
Paulo Soares começou sua carreira como narrador aos 15 anos, em fevereiro de 1978, na Rádio Clube de Araras, no interior de São Paulo. Ao longo da carreira, trabalhou em várias rádios, como Globo, Bandeirantes, Record, Gazeta e Estadão ESPN.
Na televisão, também teve passagens pelo SBT, Cultura e TV Gazeta.
O Estação PG Gastrobar recebe hoje (27) a Asteroids The Band, que promete levar o público a uma verdadeira viagem no túnel do tempo com os grandes sucessos do rock flashback. Para começar em alto nível, o músico Renato Pedroso faz a abertura da programação musical.
Além da trilha sonora nostálgica, o Estação PG garante a experiência completa, com hambúrgueres artesanais, porções especiais, chope sempre gelado e drinks variados.
A casa abre às 17h, na Av. Gen. Carlos Cavalcanti, 601, convidando os ponta-grossenses para uma noite que une boa música, gastronomia e diversão em um só lugar.
O Sistema Nacional de Emprego (SINE) de Ponta Grossa divulgou a oferta de 352 vagas de emprego para esta segunda-feira (29). As oportunidades abrangem diferentes áreas e níveis de experiência, incluindo vagas para Pessoas com Deficiência (PCD).
Os interessados devem comparecer ao SINE, localizado na Rua Doutor Colares, 354, no horário das 8h às 16h. O órgão reforça que não fornece informações sobre vagas por telefone, sendo recomendado o uso das ferramentas digitais, como o aplicativo Carteira de Trabalho Digital e o site servicos.mte.gov.br.
Confira as vagas disponíveis:
Vagas com experiência
Açougueiro Alinhador veicular Analista de marketing Analista de redes e de comunicação de dados Analista de suporte de sistema Armador de ferros Assistente administrativo Atendente de lanchonete Atendente do setor de frios e laticínios Auxiliar administrativo Auxiliar de cobrança Auxiliar de confeitaria Auxiliar de confeiteiro Auxiliar de cozinha Auxiliar de estoque Auxiliar de faturamento Auxiliar de lavanderia Auxiliar de limpeza Auxiliar de linha de produção Auxiliar de logística Auxiliar de mecânico diesel (exceto de veículos automotores) Auxiliar em saúde bucal Borracheiro Camareira de hotel Chapista de lanchonete Churrasqueiro Comprador Confeiteiro Conferente de carga e descarga Conferente mercadoria (exceto carga e descarga) Consultor de vendas Consultor imobiliário Copeiro de bar Cozinheiro de restaurante Cozinheiro geral Cuidador de idosos Desenvolvedor de ti Eletricista de instalações Eletricista de instalações de veículos automotores Eletricista de manutenção industrial Encarregado de açougue Encarregado de supermercado Engenheiro civil Fiscal de loja Gerente de contas – pessoa física e jurídica Lavador de veículos Manobrista de veículos pesados sobre rodas Mecânico de automóvel Mecânico de manutenção de caminhão a diesel Mecânico de manutenção de máquina industrial Mecânico de veículos Mecânico de veículos automotores a diesel (exceto tratores) Mecânico diesel (exceto de veículos automotores) Mecânico montador Montador de automóveis Montador de estruturas metálicas Montador de móveis de madeira Montador soldador Motorista carreteiro Motorista de caminhão Motorista de ônibus urbano Motorista entregador Operador de caixa Operador de carregadeira Operador de empilhadeira Operador de máquina de dobrar chapas Operador de máquina extrusora de fibra de vidro Operador de retro-escavadeira Operador de rolo compactador Operador de secador (produtos agrícolas) Operador de tesoura volante e guilhotina, no acabamento de chapas e metais Operador de trator de esteira Padeiro Pedagogo Pedreiro Pintor de automóveis Polidor de automóveis Polidor de metais Porteiro Professor de inglês Recepcionista de hotel Recepcionista, em geral Representante técnico de vendas Salgadeiro Serrador de toras Servente de limpeza Soldador Subgerente de loja (operações comerciais) Tapeceiro de veículos Técnico de manutenção eletrônica Técnico de suporte ao usuário de tecnologia da informação Técnico de suporte de ti Técnico em eletromecânica Técnico em segurança do trabalho Torneiro mecânico Trabalhador da elaboração de pré-fabricados (concreto armado) Trabalhador de serviços de limpeza e conservação de áreas públicas Trabalhador rural Vendedor interno Vendedor porta a porta Vendedor pracista Zelador
Vagas sem experiência
Ajudante de açougueiro (comércio) Ajudante de motorista Ajudante de padeiro Analista de marketing Analista de pesquisa operacional Atendente balconista Atendente de padaria Auxiliar administrativo (Estágio) Auxiliar de cozinha Auxiliar de lavanderia Auxiliar de limpeza Auxiliar de padeiro Auxiliar de vidraceiro Balconista Chapista de lanchonete Cozinheiro de restaurante Empacotador, a mão Farmacêutico hospitalar e clínico Fiscal de loja Forneiro de fundição Garçom Impressor digital Massoterapeuta Mensageiro Montador de estruturas metálicas Motorista de furgão ou veículo similar Oficial de serviços gerais na manutenção de edificações Operador de caixa Pedagogo (Estágio) Repositor – em supermercados Repositor de mercadorias Roadie (assistente de palco) Servente de limpeza Vendedor porta a porta Zelador
Vagas PCD com experiência
Almoxarife Operador de processo de produção Recepcionista, em geral Servente de limpeza Técnico de enfermagem
Vagas PCD sem experiência
Ajudante de farmácia Almoxarife Auxiliar de cozinha Auxiliar de limpeza Auxiliar de linha de produção Oficial de serviços gerais na manutenção de edificações Operador de caixa Operador de pá carregadeira Recepcionista atendente Recepcionista de hospital Repositor – em supermercados Repositor de mercadorias Técnico de enfermagem
Serviço
Sine Ponta Grossa
Endereço: Rua Doutor Colares, 354 – Centro
Horário de atendimento: das 8h às 16h
Informações sobre vagas: somente presencialmente ou pelos canais digitais
O cantor Alexandre Pires, um dos maiores nomes da música latina, se apresenta em Ponta Grossa no dia 11 de outubro, com o show especial “Pagonejo Bão”, que mistura o pagode com sucessos do sertanejo. A performance acontece no Centro de Eventos de Ponta Grossa.
No repertório, Alexandre traz canções em parceria com grandes artistas do sertanejo, como Lauana Prado, Ana Castela, Murilo Huff, entre outros. O show será realizado no pavilhão principal do Centro de Eventos e promete uma grande produção para o público ponta-grossense.
A abertura da noite ficará por conta das atrações Kelvin & Kauan e Juliano Carneiro e Banda.
Ingressos
Os ingressos já estão disponíveis nos pontos de venda físicos: Ótica Diniz (Shopping Palladium), Café Connect Business e Sol de Verão Gastrobar. Também é possível adquirir as entradas pelo site da Ingresso Nacional.
O evento é uma produção do Sol de Verão Gastrobar.
Em setembro de 1956, a primeira edição dos Jogos Estudantis da Primavera (JEPs) era realizada pelo Diretório Acadêmico Joaquim de Paula Xavier (DAJPX) da, à época, Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ponta Grossa. Em 2025, os JEPs da Universidade Estadual de Ponta Grossa acontecem de 26 de setembro a 5 de outubro e representam a 70ª edição de um evento que fez parte da história da cidade. Por isso, a UEPG preparou um material especial para resgatar a história dos Jogos como parte da formação da sociedade ponta-grossense. Os JEPs são os jogos mais antigos dos de forma ininterrupta, e um dos mais antigos do Brasil.
Em crônica para a Rádio Clube Ponta-grossense, em 17 de setembro de 1958, Vieira Filho celebrou o crescimento dos jogos. “De ano para ano ganha maior imponência, mais desenvoltura, brilho mais acentuado, esse magnifico torneio estudantil, que o espírito idealista e realizador de Antônio José França Satyro idealizou e concretizou (…)”. O radialista projetava uma tendência dos jogos para ganhar âmbito estadual, reunindo mais municípios. Além disso, destacou a importância de tomar providências: conseguir renda própria para hospedar delegações do interior e reforço do policiamento.
Em 2015, Cláudio Jorge Guimarães, historiador e professor do Departamento de Educação Física da UEPG, lançou o livro Jogos Estudantis da Primavera: 60 anos de esportes em Ponta Grossa. Como estudioso dos esportes, o professor faz um alerta: “Você não pode pensar os jogos pelos jogos. São pessoas interagindo, o que envolve uma questão econômica, a questão social, das relações e da interatividade. São os jogos como parte da sociedade da época e da história da cidade”, defende o professor Cláudio.
Professor Cláudio Jorge Guimarães (foto) escreveu o livro sobre os JEPs em conjunto com Alan Fernando de Almeida.
O início de tudo (1956-1973)
A principal característica dos Jogos Estudantis da Primavera em seu surgimento é ser realizado entre estudantes de diferentes níveis de ensino. Não dividir em categorias de idade permitia a disputa, por exemplo, de um time de Ensino Superior contra Ensino Médio. Até 1973, o evento foi organizado por um Diretório Estudantil. Em 2015, o professor Cláudio teve a oportunidade de entrevistar o professor Antônio José Franca Satyro, que era aluno de Filosofia e idealizador dos JEPs, e compartilhou sobre o início da história.
O idealizador dos jogos Antônio José França Satyro.
“Quando eu era estudante, eu tinha um grêmio lá no colégio. Aqui (em Ponta Grossa) não tem nada (…). Eu já tinha feito com a esposa o regulamento dos Jogos, estava prontinho (…). Li o regulamento, ele tá aprovado, e agora? Vamos às outras escolas. Vamos consultar! Ponta Grossa não tinha nada no meio estudantil, quando eu convidei um, convidei outro e fui visitar colégio, todo mundo topou imediatamente”, contou o professor Satyro, em entrevista em agosto de 2015.
Durante o livro, o professor Cláudio explica o contexto de surgimento dos JEPs: “… os Jogos nasciam em um contexto de greve em que os estudantes não possuíam alternativas outras, além dos estudos. Sem atividades voltadas para lazer, falta de espaços destinados para a juventude do período”. Nesse cenário, o primeiro regulamento dos jogos estabelecia a participação permitida a todos estabelecimentos de ensino, desde que se comprometessem em cumprir a regulamentação. Ou seja, não havia limitações de idade. Em sua primeira edição, o regulamento previa a realização de competições de futebol, bola ao cesto (basquete) e vôlei. Além deles, tênis de mesa e xadrez foram disputados, diante da inscrição dos interessados.
Já em 1956, o Regente Feijó iniciou uma dinastia. Mesmo disputando contra alunos de Ensino Superior, o Regente foi campeão geral 20 vezes nos 22 primeiros anos do evento (de 1956 até 1978). “O Regente tinha um volume de alunos muito grande. Eram quase 4.000 alunos, então montar equipes era muito fácil. Para os alunos, era difícil conseguir uma vaga, porque o nível era muito alto”, explica o professor Cláudio.
Ainda nessa primeira fase, um grande marco é a construção do Ginásio de Esportes Borell Du Vernay, que foi inaugurado em março de 1960. O espaço ficava lotado para receber os jogos e as filas para compra de ingressos eram enormes. Outro ponto que ajudava a atrair grandes públicos é que os Jogos da Primavera eram realizados próximos ao aniversário de Ponta Grossa. Com isso, a abertura da primeira edição dos JEPs contou, inclusive, com a presença do governador à época, Moisés Lupion.
O crescimento dos Jogos (1974 – 2000)
Em 1974, a primeira turma do curso de Educação Física entra na UEPG. Na época, existia uma obrigatoriedade legal para a prática esportiva. Até então, profissionais do 13º Batalhão de Infantaria Blindada (13º BIB) ministravam a prática esportiva com os alunos da Faculdade, mas já existia uma pressão para formação de mão de obra local que pudesse atender essa necessidade. A criação do Centro de Desportos e Recreação (CDR) reuniu os professores responsáveis por realizar essa prática.
Abertura dos JEPs em 1995. Fonte: Acervo negativos Crav UEPG – Museu Campos Gerais.
“Todo esse processo é em 73 e a primeira turma de Educação Física entra na nossa Universidade em 74, turmas masculinas e turmas femininas. Então, há uma legislação que exige a questão da prática desportiva. Eu sou desse contexto aí, com começo dos anos 80, onde a gente tinha a obrigatoriedade da prática desportiva. Como eu trabalhava durante o dia e estudava a noite, eu fui dispensado”, conta o professor Cláudio. Nesse período, a organização dos Jogos é realizada pela UEPG a partir do Diretório Central de Estudantes (DCE).
Em 1979, um grande marco para a história dos JEPs: João do Pulo participa do desfile de abertura. À época, ele já havia conquistado o bronze nos Jogos Olímpicos de Montreal (1976) e estava prestes a repetir o feito nas Olimpíadas de Moscou (1980). “Era o ponto de encontro da juventude. As imagens e as narrativas jornalísticas mostram a abertura do evento com mais de 10 mil pessoas (…). Nós temos essa movimentação cultural, com baile de abertura dos jogos e baile de encerramento”, conta o professor Cláudio.
Em 1981, o vice-reitor professor Waldir Silva Capote defendia os JEPs como “tão necessários ao desenvolvimento do esporte brasileiro e que hoje inclusive se destacam no esporte profissional”, segundo depoimento para o CAC Informativo de setembro de 81. Outro reflexo desse momento social é a premiação para a rainha dos jogos, como mostra matéria do CAC Informativo de setembro de 1982. Neste ano, a abertura contou com desfile no Estádio Germano Kruger. A edição bateu recorde de participação, com quase três mil atletas inscritos e 21 municípios participantes. “Os JEPs vêm sendo desenvolvidos há 27 anos constituindo-se no maior evento poliesportivo no interior do Paraná”, avisa a chamada de capa da edição do periódico.
Desfile das candidatas à rainha dos JEPs de 1989. Fonte: Acervo de negativos CRAV – Museu Campos Gerais.
Novos tempos (2001 – atualmente)
A entrada no século XXI traz novas discussões para a área esportiva. Novas modalidades, paradesportos e, posteriormente, a inserção dos jogos eletrônicos mudam a perspectiva dos esportes. “Nós saímos das modalidades mais tradicionais e vamos encontrar outra estrutura, outro pensamento dos jovens, a partir do século XXI”, explica o professor Cláudio.
Para a equipe organizadora dos JEPs atualmente, esse cenário é um desafio. “A ideia é chegar o mais perto possível da grandiosidade que os jogos já foram. Queremos criar um momento de encontro para a juventude, mas temos que entender que são outros tempos. Temos televisão, videogame, shopping, e várias coisas que diluem a atenção dos jovens”, explica a administradora da Coordenadoria de Desportos e Recreação (CDR), professora Natasha Rise. Para isso, a CDR aposta na inserção de novas modalidades, integração com as atléticas da UEPG e nos E-sports. Para esta edição, a disputa de esportes eletrônicos será de Fifa e League of Legendes (LoL).
Os JEPs carregam a marca de serem os mais antigos jogos realizados de forma ininterrupta no Paraná. Mesmo durante a pandemia, o evento continuou a ser realizado. “O caso dos E-sports foi específico por causa da pandemia. Em 2021, foi tudo remoto com os E-sports como carro chefe. Em 2022, houve uma versão reduzida. Estava naquela suspeita se iria abrir tudo ou não, mas no momento de submeter o projeto ainda tinha essa incógnita. O que aconteceu? No fim, quando os jogos aconteceram, já estava funcionando tudo normalmente”, explica a professora Natasha.
UEPG, JEPs e grandes atletas
A história da Universidade Estadual de Ponta e dos Jogos da Primavera caminham juntas. O surgimento dos Jogos é dentro da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ponta Grossa, que compõe o grupo de instituições que posteriormente vai originar a UEPG. A partir de 1974, os Jogos passam a ser realizados dentro da UEPG em conjunto com o DCE. Posteriormente, a organização passa para a CDR. Em 70 edições, os Jogos da Primavera reuniram figuras marcantes da cidade e do esporte.
O professor Joao Lubczyk, antigo reitor da UEPG, foi presidente do DAJPX e contribuiu na construção dos Jogos. O também ex-reitor Daniel Albach Tavares foi presidente do DAJPX entre 1960 e 1961, coordenou os jogos durante esses anos ainda como acadêmico e ficou conhecido como um grande apoiador das atividades esportivas. Na área da disputa esportiva, um dos grandes nomes com atuações pelos Jogos da Primavera foi o jogador de basquete Mayr Facci, com participação, inclusive, nas Olimpíadas de Helsinque de 1952 e Olimpíadas de Melbourne de 1956.
Para o reitor da UEPG, professor Miguel Sanches Neto, a edição 70 dos Jogos é um momento de comemoração. “Esta é uma edição histórica dos Jogos Estudantis da Primavera, que chega ao seu ano 70 com a mesma jovialidade da primeira edição, mas com um olhar para toda essa trajetória, homenageando grandes figuras que participaram dele. A longevidade dos Jogos é mais uma prova da responsabilidade da UEPG com os grandes projetos que ela sedia. Para nós, é uma honra participar desta edição”, defende o reitor.
Para esta edição, a abertura dos Jogos homenageia em sua abertura grupos de atletas históricos, gestores políticos, treinadores e gestores da Coordenadoria de Desportos e Recreação (CDR), – órgão responsável pela organização dos Jogos dentro da UEPG – que fizeram parte da história dos JEPs. Em sua 70ª edição, os Jogos da Primavera vão reunir 4.041 atletas, que compõem 121 delegações, entre instituições de ensino e atléticas. Ao todo, 20 municípios serão representados, com disputas em 19 modalidades. Além disso, os jogos movimentam 288 membros de comissão técnica e 30 dirigentes. Serão 3.450 medalhas em disputa durante toda a competição.
Após duas semanas de atividades, o projeto “Incluindo Alegria – O Circo do Palhaço Picolé” chega ao fim celebrando o sucesso da turnê que percorreu 11 cidades do Paraná, levando arte, cidadania e inclusão para centenas de pessoas atendidas pelas APAEs. Foram 22 apresentações circenses gratuitas e 11 oficinas de circo, todas adaptadas de forma lúdica e interativa para o público com deficiência.
A iniciativa, contemplada em edital da Secretaria de Estado da Cultura, por meio do Plano Nacional Aldir Blanc, se destacou pelo impacto social e cultural. Além de democratizar o acesso à arte, promoveu momentos de encantamento, aprendizado e convivência entre estudantes, famílias e comunidades.
“Foram dias intensos e emocionantes. O circo tem essa capacidade única de transformar realidades e conectar pessoas pelo riso, pelo encantamento e pela inclusão. Encerro este projeto com a certeza de que conseguimos oferecer um acesso adaptado e inclusivo à arte, ampliando horizontes dentro das APAEs”, afirma Robert Salgueiro, idealizador do projeto e intérprete do Palhaço Picolé.
Ao longo da turnê, a Trupe visitou as APAEs de Carambeí, Tibagi, Ipiranga, Castro, Ponta Grossa, Porto Amazonas, Prudentópolis, Reserva, Imbituva, Palmeira e Arapoti, reforçando a importância do circo como ferramenta de inclusão social e valorização da diversidade.
Foto: Duo Festa Fotografias.Foto: Duo Festa Fotografias.
Sobre a Trupe do Palhaço Picolé
Com mais de 10 anos de trajetória, a Trupe do Palhaço Picolé é reconhecida por sua atuação em projetos socioculturais que utilizam a linguagem do circo para promover cidadania, inclusão e bem-estar. Seus espetáculos combinam humor, improviso e técnicas circenses tradicionais, encantando públicos de todas as idades.
Apresentações de grupos vocais do Projeto Satélite Cultural iniciam hoje.
Apresentações de grupos vocais do Projeto Satélite Cultural iniciam hoje.
A Prefeitura de Ponta Grossa, por meio da Secretaria Municipal de Cultura, inicia nesta sexta-feira (26) uma série de concertos do Projeto Satélite Cultural. As apresentações serão realizadas no auditório B do Cine-Teatro Ópera, com entrada gratuita. A regência será do professor Rubens Rosa, integrante do corpo docente do Conservatório Maestro Paulino.
A programação reúne três grupos vocais formados no âmbito do projeto. O Coral 50+ apresenta o concerto “Quem Vai Cantando Não Vai Sozinho“, com repertório que inclui obras de Rita Lee, Édith Piaf, músicas brasileiras, francesas, pop e de outros idiomas. O Coral De Todos Juntos traz o concerto “Minha Voz, Minha Vida“, com canções que abordam a trajetória e o ofício do artista. Já o Coro Cênico apresenta o espetáculo “Carta aos Amores”, composto por músicas que tratam de diferentes formas de amor.
As primeiras apresentações acontecem hoje (26), às 19h, com o Coral 50+, e às 20h, com o Coral De Todos Juntos. No sábado (27), às 20h, o Coro Cênico sobe ao palco. As reapresentações estão programadas para os dias 3 e 4 de outubro, também no Cine-Teatro Ópera. De acordo com o professor Rubens Rosa, a iniciativa busca apresentar o trabalho desenvolvido durante o ano com os alunos do Projeto Satélite e ampliar o acesso da comunidade às atividades culturais.