Um artefato com potencial explosivo foi encontrado em uma residência localizada na rua Aventurina, no Núcleo 31 de Março, em Ponta Grossa, nesta segunda-feira (31). Após a descoberta, a Polícia Militar (PMPR) isolou a área e acionou o Esquadrão Antibombas para a avaliação e contenção do objeto, que representa risco à segurança local.
A moradora, ao limpar o terreno da residência, localizou o artefato e imediatamente solicitou apoio policial. No momento, o local segue isolado, e o Corpo de Bombeiros também se encontra presente para prestar assistência e garantir a segurança das imediações.
Por questões de precaução, os moradores das proximidades foram orientados a buscar abrigo em casas de familiares ou vizinhos. As autoridades ainda não informaram quanto tempo levará para que a equipe antibombas conclua o processo de avaliação e eliminação do risco.
No dia 12 de novembro, o Pontagrossauros podcast trará Jackson Gomes, ou Jack, do Jack Lounge, para um bate-papo especial dedicado ao universo dos charutos. Jack, empresário de Ponta Grossa e apreciador de charutos desde 2016, compartilha sua paixão e conhecimento com a comunidade local em seu espaço, o Jack Lounge. Inspirado pela elegância que via em filmes e séries, Jack criou um ambiente onde os apreciadores podem explorar o mundo do charuto, desde as melhores práticas para iniciantes até as técnicas de harmonização com bebidas.
Durante o episódio, Jack falará sobre como iniciou sua jornada no mundo dos charutos, as nuances do processo de degustação e harmonização, além de oferecer insights sobre o que faz deste hábito uma verdadeira arte. O Pontagrossauros convida todos os interessados em conhecer mais sobre o Jack Lounge e o universo dos charutos para acompanhar essa conversa que promete revelar desde dicas essenciais até curiosidades sobre um estilo de vida único.
O que é o Pontagrossauros?
Richard EidamAlex Willian
O Pontagrossauros é um podcast de entrevistas que traz figuras relevantes de Ponta Grossa para debater temas atuais e de interesse da comunidade. Apresentado pelos publicitários Richard Eidam e Alex Willian, o programa aborda de forma dinâmica e interativa temas como política, cultura, empreendedorismo e muito mais.
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Foi confirmada ontem, domingo (10), a identidade do homem morto a facadas em Ponta Grossa, no Balneário Rio Verde. A vítima é Edimar José dos Santos, conhecido como “Preto”, de 28 anos. O crime ocorreu após um desentendimento no sábado (9), envolvendo o irmão de um homem com quem Edimar havia discutido.
De acordo com as informações, Edimar foi atingido por pelo menos três facadas, localizadas na nuca, pescoço e tórax.
Ambulâncias do Siate e SAMU foram acionadas, mas devido à gravidade dos ferimentos, a vítima não resistiu e o óbito foi confirmado no local. A Polícia Militar isolou a área até a chegada da Criminalística e do IML para o recolhimento do corpo.
A ciclista identificada como Karina Konig Oliveira, de 45 anos, faleceu após sofrer uma queda de uma ponte localizada na região do São Jorge, em Ponta Grossa. A confirmação da identidade foi feita pelo Corpo de Bombeiros, que atuou na operação de resgate.
O incidente, ocorrido em uma área de difícil acesso, gerou grande mobilização das equipes de socorro, incluindo o Siate, ABTR, Samu e Serviço Aeromédico, que chegaram rapidamente ao local. Mesmo com todos os esforços, a ciclista não resistiu aos ferimentos.
Karina, que era técnica em Radiologia, deixa amigos e familiares comovidos e inúmeras lembranças de sua personalidade vibrante e afetuosa. Nas redes sociais, mensagens como “Meu Deus do céu, tô sem acreditar. Meu coração dói de tristeza” expressam o impacto de sua perda. Uma amiga lembra que Karina era “sempre alto astral e com um sorriso no rosto”, enquanto outra, que trabalhou com ela, descreve o quanto aprendeu com sua companhia nos estágios e deseja que “Deus conforte a todos”.
O local e os detalhes sobre o velório de Karina ainda não foram divulgados pela família.
Um ciclista morreu na tarde deste sábado (09) após cair de uma ponte de linha férrea ativa na região do São Jorge, em Ponta Grossa. O local do acidente, próximo à Usina Hidrelétrica São Jorge, é bastante frequentado por ciclistas e motociclistas que percorrem as trilhas da região, que levam a pontos turísticos como o Alagados Iate Clube e a Cachoeira do São Jorge.
O Corpo de Bombeiros confirmou a ocorrência, e equipes do Siate, ABTR e Samu foram acionadas para atender a vítima, mas, devido à localização de difícil acesso, o resgate foi complexo. A Polícia Científica e o Instituto Médico Legal (IML) também foram chamados para realizar a perícia no local e recolher o corpo.
A linha férrea é ativa, exigindo cuidados adicionais para os praticantes de esportes que utilizam as trilhas próximas, especialmente nas áreas próximas aos trilhos.
A Polícia Civil do Paraná (PCPR), por meio do Setor de Termos Circunstanciados da 13ª Subdivisão Policial (SDP), concluiu as investigações de um caso de ataque envolvendo dois cães da raça pitbull, que resultou na morte de um cachorro e ferimentos graves em outro. O incidente ocorreu no dia 31 de outubro, no bairro Jardim Paraíso, em Ponta Grossa, nos Campos Gerais.
Durante o ataque, os pitbulls conseguiram acessar o primeiro cão através do vão do gradil, puxando-o e ferindo-o gravemente. Em seguida, outro cachorro foi atacado na rua pelos mesmos animais. A situação só foi controlada após a intervenção de moradores. Um vídeo do ataque circulou nas redes sociais e em grupos de WhatsApp, gerando indignação e preocupação na comunidade local.
O delegado Fernando Henrique Ribeiro Vieira, responsável pela investigação, relatou que a equipe realizou diversas diligências, incluindo análise de imagens e do local onde os cães fugiram, além de ouvir os donos dos cães que foram atacados. A investigação concluiu que o espaço onde os pitbulls estavam era inadequado para conter animais dessa raça. Após o ataque, os cães foram recolhidos pelo Centro de Referência Animal de Rua (CRAR) e agora estão sob cuidados especializados.
A tutora dos pitbulls, uma mulher de 28 anos, foi identificada e prestou depoimento à PCPR. Ela responderá por um Termo Circunstanciado de Infração Penal, referente à omissão de cautela na guarda de animais, com pena prevista de até dois anos de prisão simples.
Alerta e Responsabilidade
A Polícia Civil reforça que o caso serve como um alerta: tutores de animais, especialmente os de raças consideradas perigosas, têm responsabilidade total sobre qualquer dano ou lesão causada por seus animais, tanto nas esferas cível quanto criminal. Além disso, a PCPR alerta que é obrigatório cumprir as medidas de segurança ao circular com cães em espaços públicos; o descumprimento pode levar a multas e, em casos extremos, à apreensão do animal.
Como Denunciar
A população pode realizar denúncias anônimas sobre situações semelhantes pelo Disque-Denúncia 181, ou através do telefone 197 da PCPR.
De acordo com a mãe da vítima, Fabíola Manuel, o primeiro episódio ocorreu no dia 16 de outubro de 2024 em um condomínio em Ponta Grossa, Paraná. A situação teria começado quando o filho de uma visitante, de seis anos, pediu que o menino morador deixasse o parquinho, alegando que ele era “estranho e esquisito”. A mãe do menino também foi alvo de comentários semelhantes, sendo classificada como “esquisita” pelo visitante. Ao responder que não sairiam do local por serem moradores, o episódio foi encerrado naquele momento, mas deixou a família em alerta.
Segundo relato de Fabíola, no dia 27 de outubro a situação se agravou durante um evento no condomínio. Na ocasião, o pai do menino acompanhava o filho até a quadra quando o mesmo visitante, que estava no local para uma festa, teria fechado o portão e, em seguida, feito comentários ofensivos. Conforme o relato, o menino teria dito: “Preto aqui não entra. Olha como seu cabelo é feio, como sua pele é esquisita. Hã, que nojo de você!”. Ao procurar a mãe do visitante para esclarecer o ocorrido, o pai da criança foi surpreendido pela resposta, em que a responsável pelo menino minimizou o caso, tratando-o como um “desentendimento de crianças”.
A família, diante da gravidade das ofensas, acionou a polícia para registrar um Boletim de Ocorrência (B.O.). Durante o registro, amigos da família que estavam acompanhando o caso, relataram terem ouvido o menino visitante gritar, aos prantos, que iria “matar todo mundo” e “não sossegaria até matar aquele preto”.
Em busca de apoio, Fabíola, que também é psicóloga, procurou o portal Em PG é Assim para comentar sobre o impacto psicológico desses episódios.
“Precisamos tratar com mais seriedade esse tipo de caso, pois o racismo impacta na saúde mental, podendo gerar estresse, ansiedade, depressão, autoestima prejudicada, isolamento social e complexo de inferioridade”, afirmou.
Ela explicou que a família, que morava no interior de São Paulo e se mudou para Ponta Grossa em 2019, e que o pai do menino é angolano. Fabíola também informou que o caso foi encaminhado ao Conselho Tutelar, que alegou que investigará o episódio, ouvindo os pais do menino e a escola onde ele estuda.