
A Polícia Civil do Paraná (PCPR) prendeu, na tarde de quinta-feira (15), o terceiro suspeito investigado pelo homicídio de Luiz Rafael Buturre dos Santos, em Ponta Grossa. Durante os desdobramentos da investigação, uma pistola calibre 9 mm, apontada como a arma utilizada no crime, também foi apreendida.
Segundo a PCPR, após o cumprimento do mandado de prisão, os três investigados foram ouvidos novamente pela equipe do Setor de Homicídios da 13ª Subdivisão Policial de Ponta Grossa.
Durante as diligências, o proprietário da arma indicou aos policiais o local onde o armamento havia sido escondido. A apreensão contou com o apoio da Polícia Científica.
Três suspeitos estão presos
De acordo com a Polícia Civil, o primeiro investigado, de 39 anos, foi preso em 1º de setembro de 2026, após se apresentar na unidade policial acompanhado de um advogado.
O segundo suspeito foi preso preventivamente em 7 de outubro. Com a prisão realizada na quinta-feira (15), a investigação passou a contabilizar três pessoas detidas pelo caso.
Relembre o caso
A investigação começou em 28 de agosto de 2026, quando o corpo de Luiz Rafael Buturre dos Santos foi encontrado em uma estrada rural na região do Jardim Planalto, em Ponta Grossa.
Conforme a PCPR, a vítima apresentava lesões decorrentes de agressão física e perfurações provocadas por disparos de arma de fogo.
A Polícia Civil afirma que a principal linha de investigação aponta que o homicídio teria sido motivado por vingança, após um dos investigados suspeitar, sem fundamento, que Luiz Rafael estaria envolvido em um furto ocorrido em sua residência dias antes.
Ainda segundo a investigação, os levantamentos policiais indicaram que a vítima não possuía histórico criminal por delitos patrimoniais e não tinha relação com o furto mencionado.
A apuração aponta que Luiz Rafael teria sido atraído por meio de dissimulação e vítima de uma emboscada antes de ser morto.
Investigação continua
Em nota, o delegado responsável pelo caso, Luís Gustavo Timossi, informou que as diligências continuam para esclarecer completamente as circunstâncias do crime e responsabilizar os envolvidos.
Os investigados são suspeitos no caso, e a responsabilização criminal depende da apuração e do devido processo legal.