
Vinícius Júnior ainda não virou o protagonista que a Seleção Brasileira precisa. E não é por falta de talento.
A questão é simples: a expectativa em cima dele é absurda. Estamos falando de um jogador que foi eleito melhor do mundo em 2024. Só que quando veste a camisa da seleção… o impacto não acompanha.
E aí não tem como fugir da pergunta:
é injustiça… ou é o que está acontecendo dentro de campo?
O peso da camisa?
Na seleção, a régua sempre foi lá em cima.
A camisa 10 já foi de Pelé, Zico, Rivelino, Ronaldinho Gaúcho e, mais recentemente, Neymar.
E aqui não é só sobre nome.
Esses caras chamavam o jogo. Decidiam. Apareciam quando precisava.
O Neymar mesmo, sem ter sido melhor do mundo, foi a referência da seleção por mais de uma década. Você gostando ou não, a bola passava por ele.
E o Vini?
Agora vamos olhar pra realidade.
- 44 jogos
- 8 gols
- Um vice de Copa América
E aí quando você bate o olho nisso… fica difícil chamar de protagonista.
Ele pode ajudar? Pode.
Pode ser importante? Pode.
Mas decidir jogo grande pela seleção… ainda não aconteceu.
O problema não é errar
A atuação recente contra a França só aumentou isso.
Muita gente já coloca como uma das piores partidas dele com a camisa da seleção. E não é exagero.
Porque errar faz parte.
Agora, sumir do jogo é outra coisa.
E hoje, o que mais incomoda não é o erro.
É a falta de presença.
Jogador de clube?
E aqui começa um debate que ninguém gosta muito de entrar:
o Vini está virando jogador de clube?
No Real Madrid, ele resolve.
Na seleção… não.
E isso, na história do futebol brasileiro, sempre pesou.
E agora?
A pergunta é direta:
ele vai assumir esse protagonismo… ou a gente vai continuar esperando?
Porque talento ele tem.
Isso nunca foi dúvida.
Mas na seleção brasileira, só talento nunca bastou.