
O vazamento do produto químico Lisogoma em um córrego às margens da BR-376, em Ponta Grossa, foi controlado após um acidente envolvendo duas carretas registrado na manhã de terça-feira (3). A informação foi confirmada pelo Instituto Água e Terra (IAT), que atuou no local com a instalação de cinco barreiras de contenção para evitar a dispersão do material.
De acordo com o IAT, não há mais vazamento em andamento, tanto no solo quanto no corpo hídrico. Amostras da água foram coletadas e encaminhadas para análises laboratoriais, que irão verificar se houve contaminação. A estimativa do órgão ambiental é que os resultados sejam divulgados em até 20 dias úteis.
O instituto também reforçou que não há risco para a população em relação ao abastecimento público de água.
O acidente ocorreu no km 502,9 da rodovia, após o estouro de um pneu, o que provocou a colisão entre as carretas. Um dos veículos, um caminhão Scania, tombou no canteiro central, espalhando a carga de Lisogoma pela pista no sentido sul e atingindo um córrego localizado às margens da BR-376. Um motorista ficou ferido e foi atendido no local.
Após o atendimento às vítimas, a principal preocupação passou a ser o possível dano ambiental causado pelo derramamento do produto químico. Equipes do IAT e da Defesa Civil de Ponta Grossa estiveram no local para avaliação da situação e adoção dos procedimentos necessários.
As causas do acidente seguem em apuração. Segundo o IAT, caso seja comprovada a extensão do dano ambiental, os responsáveis serão punidos conforme a legislação ambiental vigente.
Confira a nota na íntegra:
“O Instituto Água e Terra (IAT) informa que o vazamento do produto químico (Lisogoma), em decorrência do acidente na BR-376, nos Campos Gerais, foi controlado com a instalação de cinco barreiras de contenção. Não há mais vazamento em andamento no solo nem no corpo hídrico. Foram coletadas amostras da água para verificar se houve contaminação por meio de exames laboratoriais. A estimativa é que o resultado saia em 20 dias úteis.
O órgão ambiental reforça que não risco para a população em relação ao abastecimento público de água.
As causas do acidente seguem em apuração. E, comprovado a extensão do dano ambiental, os responsáveis serão punidos de acordo com a legislação em vigor.”